A musica'. A Vida'
sábado, 12 de maio de 2012
A Musica Brasileira'
A Música Instrumental Brasileira
Estes dias a aula de História da Música Brasileira foi sobre este assunto. Para uma das turmas (Musicoterapia), por que a outra turma (Licenciatura em Música) acabou nem dando tempo de chegar neste assunto.O que é uma pena, porque poderia ser feito um ano de aula só sobre este assunto, mas acabou ficando expremido em meio a tanto conteúdo.Eu diria que Música Instrumental Brasileira é uma terceira vertente muito importante das coisas que investigamos na nossa disciplina. As outras duas foram o projeto modernista na música de concerto (ou música erudita) e o projeto da MPB (uma música popular moderna construída nos anos 60 a partir de certas releituras da tradição do samba dos anos 1920/30).Correndo em paralelo com estes dois grandes projetos que se articularam para representar o Brasil em música, a Música Instrumental Brasileira andou sempre no meio do caminho desses projetos, e acabou se consolidando mais ou menos ao mesmo tempo em que a MPB. Entretanto, a Música Instrumental Brasileira nunca logrou reconhecimento público em mesmo nível, nem teve o mesmo espaço que a canção midiática. Tampouco atrai a atenção dos intelectuais como fez o modernismo musical.Temos, então, que a Música Instrumental Brasileira segue num certo limbo: fica de certa forma depreciada no conjunto de fatores que se aplicam à Música Popular como um todo, mas ainda mais se comparada à MPB – pois a canção foi sempre o carro-chefe deste mercado.Pode-se dizer que a Música Instrumental Brasileira surgiu e foi feita sempre onde os músicos profissionais trabalharam: começando pelas confeitarias, hotéis e salas de cinema (onde produziu um Ernesto Nazareth), passando pelo mercado da partitura e da música do teatro de revista (Chiquinha Gonzaga) e chegando aos estúdios das rádios e gravadoras (Pixinguinha e Radamés Gnattali).Segue abaixo um pequeno roteiro de gravações para se ouvir, que podem traçar um pequeno panorama dos grandes nomes da Música Instrumental Brasileira:Pixinguinha sera o primeiro da minha lista. Um grande pioneiro da profissionalização, arranjador mais importante da década de 1930 e que depois passou a atuar como instrumentista no conjunto de Benedito Lacerda. Sobre a trajetória profissional de Pixinguinha, este livro é o melhor. E para ouvir o Pixinguinha instrumentista no regional do Benedito Lacerda, você pode comprar esta caixa, ou baixar aqui o disco 2, que é o que concentra a Música Instrumental.Outro time de profissionais pioneiros são os músicos que trabalharam ao lado de Radamés Gnattali na Rádio Nacional. Além dos músicos da orquestra, que tocava ao vivo nos programas, Radamés formou um conjunto espetacular de base, que incluiu, em diversos momentos, os seguintes músicos: Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto (violão); Chiquinho do Acordeom; Luciano Perrone (bateria); Edu da Gaita; Zé Menezes (guitarra). Além, é claro, do próprio Radamés ao piano.Uma boa mostra do trabalho desse pessoal também está nas gravações realizada pelo Sexteto Radamés. Se não me engano, fizeram dois discos, um dos quais está aqui, e cuja ficha técnica é esta.Uma terceira geração de instrumentistas foi a que surgiu nos estúdios e palcos às voltas com os grandes cancionistas que surgiram nos movimentos dos anos 1960. São tantos músicos, que não dá para falar de todos. Então apenas uma pequena seleção:Baden Powell, aluno de Meira, do célebre regional do Canhoto, que tocou também com Jacob do Bandolim. O Baden ficou célebre a partir dos Afro-sambas, feitos em parceria com Vinícius de Morais. Mas desde cedo ele também gravou muita música instrumental. Como vai ser comum a partir desta época – o músico instrumental tem mais campo de trabalho nos EUA ou Europa do que no Brasil. Baden Powell transferiu-se para Paris, onde viveu muitos anos.Aqui tem um disco de 1966: Tempo Feliz.Outro conjunto instrumental pioneiro, surgido por estas épocas foi o Quarteto Novo. Inicialmente Trio Novo, que acompanhou Geraldo Vandré por uma turnê. Depois veio se somar mais um músico ao conjunto que tinha Theo de Barros (violão e contrabaixo), Heraldo do Monte (violão, viola caipira e guitarra elétrica) e Airto Moreira (percussão). Em 1967 o grupo gravou seu célebre disco instrumental,que tem para baixar aqui.Músicos que acompanham cantores.Os melhores são contratados pelos grandes nomes da MPB, mas tem ganas de fazer sua música autoral, instrumental.E dois grandes nomes da MPB se notabilizaram por ter sempre os melhores instrumentistas do país atrás de si no palco: Elis Regina e Milton Nascimento. Basta que se diga que a banda de Elis Regina contou com Cesar Camargo Mariano nos instrumentos de teclado, Hélio Delmiro na Guitarra, e Luizão Maia no contrabaixo.Hélio Delmiro deve ser colocado entre os principais guitarristas que já pisaram no planeta, o que pode ser comprovado por quem ouvir com atenção seu principal disco: Emotiva, de 1980, que está aqui.Dos que andaram tocando e gravando com Milton, destaque para Tonhinho Horta, outro monstro da guitarra, reconhecido universalmente.Na verdade, são trilhões de grupos instrumentais ou artistas solo de altíssimo nível que o Brasil ostenta em atividade. De um modo ou de outro eles derivam de escolas começadas por estes grandes pioneiros e fazem músicas que vem sendo chamadas com maior ou menor propriedade de Choro, de jazz brasileiro, de samba-jazz, entre outros nomes.Eu considero que o nome Música Instrumental Brasileira reflete melhor a proposta de usar ritmos e idiomas musicais associados à música popular brasileira e criar a partir deles obras autorais, com muito improviso, dialogando com a tradição internacional do jazz e da música instrumental, e criando uma expressão muito brasileira – ao mesmo tempo muito reconhecida internacionalmente.segunda-feira, 7 de maio de 2012
Hinoo'.
Bom Axo que vc voçeis nao sabem .. que eu sou EVANGELICA'.. Mtas pessoas teriam vergonha de postar isso'. mais nao tenho que pq Deus nao teve vergonha de dizer que ti ama ou que me ama' e por isso estou colkando este video que é tbem uma musica '; mais Refereinti a Deus ' .. bjoo's
" ...O valor de um amor não se pode contar..."
A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende.
Esquecidas numa gaveta escura, as notas musicais lançavam gritos mudos por estarem presas na partitura. Uma mão apaixonada as tinha desenhado na pauta mas acabara por as esquecer... Porque quando um coração se fecha, deixa de sentir a melodia do amor.
Assim, reféns do papel, ansiavam que, algum dia, alguma mão libertadora lhes desse voz para poderem cantar ao mundo a sua história - a história de duas almas entrelaçadas nas malhas da paixão.
Foi então que, subitamente, um som se soltou... e outro... e mais outro... Todas as notas exultavam melodiosamente a força do amor! E toda a plateia presente sentiu os seus corações a serem invadidos por esse sentimento, essa força, essa paixão.
A música, por ser tão bela, conquistou novos apaixonados e as notas jamais voltaram a ficar em silêncio. A sua felicidade reflectiu-se nos que as ouviam, encantando-os com a sua melodia.
A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende.
Esquecidas numa gaveta escura, as notas musicais lançavam gritos mudos por estarem presas na partitura. Uma mão apaixonada as tinha desenhado na pauta mas acabara por as esquecer... Porque quando um coração se fecha, deixa de sentir a melodia do amor.
Assim, reféns do papel, ansiavam que, algum dia, alguma mão libertadora lhes desse voz para poderem cantar ao mundo a sua história - a história de duas almas entrelaçadas nas malhas da paixão.
Foi então que, subitamente, um som se soltou... e outro... e mais outro... Todas as notas exultavam melodiosamente a força do amor! E toda a plateia presente sentiu os seus corações a serem invadidos por esse sentimento, essa força, essa paixão.
A música, por ser tão bela, conquistou novos apaixonados e as notas jamais voltaram a ficar em silêncio. A sua felicidade reflectiu-se nos que as ouviam, encantando-os com a sua melodia.
A História da Música - Introdução
A História da Música - Introdução
O Ser Humano possui em sua vida sete "dimensões": Física, Espiritual, Intelectual, Social,Profissional, Afetiva e Familiar. De todas as realizações do Homem, a Arte é a que maisintrinsecamente permeia todas essas dimensões da existência humana. E de todas as Artes,a mais antiga é a Música.Assim como o percurso da História do Homem, na suas lutas e realizações, se desenvolvena medida de milênios, do mesmo modo a Arte, expressão espontânea, necessidade dahumanidade, floresce em tempos igualmente amplos. É uma exigência a tal pontoirresistível que não há momento do viver humano, por mais árduo que possa ser, que não seempenhe na criação artística.A música é nossa mais antiga forma de expressão, possivelmente até mais antiga que alinguagem. De fato, a música é o Homem, muito mais que as palavras, pois estas sãosímbolos abstratos. A música toca nossos sentimentos mais profundamente que a maioriadas palavras e nos faz responder com todo nosso ser.Muito antes de o ser humano aprender a pintar, esculpir, escrever ou projetar algo, já sabia a produzir e apreciar os sons. Obviamente esses sons seriam hoje considerados apenas ruídos,mas considerando que "música é a arte de manipular os sons", o que o Homem primitivo produzia era música, ou um "embrião" musical.O "instrumento" musical mais antigo que existe é a voz humana. Com ela, o homemaprendeu a produzir os mais diversos sons, e a agrupar esses sons, formando as primeiraslinhas melódicas. Depois inventou os instrumentos musicais, que se multiplicaram eevoluíram ao longo da História. Muitos destes desapareceram, e a Música mudou muito emtodo este tempo. Mas o gosto do ser humano pela música permanece intacto.Para se estudar a Música, é preciso antes saber o que é música. A música não pode ter nenhuma definição objetiva, pois ela conserva um caráter de abstração, o que a torna algosem uma definição fechada ou precisa. Ela é uma arte sem corpo físico, ao contrário do queacontece com a pintura, escultura, literatura ou a arquitetura, daí sua abstração. Pode-sedizer que ela não tem um significado, mas o produz em determinados contextos; ou seja, sóé possível entendê-la através do vínculo estabelecido entre a música e os contextos (sociais,culturais, físicos) a ela ligados.A música sempre foi uma parte importante da vida cotidiana e da cultura geral do homem.Hoje vê-se a Música sendo transformada em mero produto pela "Indústria doEntretenimento". Muitas vezes ela se torna um simples ornamento que permite preencher noites vazias com idas a concertos ou shows, organizar festividades públicas, etc. Há um paradoxo, então: as pessoas ouvem, atualmente, muito mais música do que antes, mas estarepresenta, na prática, bem pouco, e possui, muitas vezes, não mais que uma mera funçãodecorativa.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
A Musica'.. Vida
A Musica nao é so uma melodia que vc faz e sai cantando ou tocando',
A Musica é uma espresao de Amor Amizade'
é sentimentos'
E por isso que a Musica é tao importe nas vidas de qualuqer pessoa
mesmo vc axando que nao .. é!
E por isso de Valor no que tem .. pq quando perde nao fike chorando a culpa é toda Sua..e por isso vc nao percebe que esta ouvindo uma musica que ti lembra essa pessoa .. Mas quando se da conta ja esta Chorando pelos cantos ' pedindo a Deus que o ajude' e isso tudo porque vc nao deu Valor e é ai que a Musica Entra'.. eu nao vou termina isso pq quem tem que termina é vc kkk' Bjoo's...
A Musica é uma espresao de Amor Amizade'
é sentimentos'
E por isso que a Musica é tao importe nas vidas de qualuqer pessoa
mesmo vc axando que nao .. é!
E por isso de Valor no que tem .. pq quando perde nao fike chorando a culpa é toda Sua..e por isso vc nao percebe que esta ouvindo uma musica que ti lembra essa pessoa .. Mas quando se da conta ja esta Chorando pelos cantos ' pedindo a Deus que o ajude' e isso tudo porque vc nao deu Valor e é ai que a Musica Entra'.. eu nao vou termina isso pq quem tem que termina é vc kkk' Bjoo's...
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