segunda-feira, 7 de maio de 2012

Hinoo'.

Bom Axo que vc voçeis nao sabem .. que eu sou EVANGELICA'.. Mtas pessoas teriam vergonha de postar isso'. mais nao tenho que pq Deus nao teve vergonha de dizer que ti ama ou que me ama' e por isso estou colkando este video que é tbem uma musica '; mais Refereinti a Deus ' .. bjoo's

" ...O valor de um amor não se pode contar..." 
A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende.
Esquecidas numa gaveta escura, as notas musicais lançavam gritos mudos por estarem presas na partitura. Uma mão apaixonada as tinha desenhado na pauta mas acabara por as esquecer... Porque quando um coração se fecha, deixa de sentir a melodia do amor.
Assim, reféns do papel, ansiavam que, algum dia, alguma mão libertadora lhes desse voz para poderem cantar ao mundo a sua história - a história de duas almas entrelaçadas nas malhas da paixão.
Foi então que, subitamente, um som se soltou... e outro... e mais outro... Todas as notas exultavam melodiosamente a força do amor! E toda a plateia presente sentiu os seus corações a serem invadidos por esse sentimento, essa força, essa paixão.
A música, por ser tão bela, conquistou novos apaixonados e as notas jamais voltaram a ficar em silêncio. A sua felicidade reflectiu-se nos que as ouviam, encantando-os com a sua melodia.

A História da Música - Introdução


A História da Música - Introdução
O Ser Humano possui em sua vida sete "dimensões": Física, Espiritual, Intelectual, Social,Profissional, Afetiva e Familiar. De todas as realizações do Homem, a Arte é a que maisintrinsecamente permeia todas essas dimensões da existência humana. E de todas as Artes,a mais antiga é a Música.Assim como o percurso da História do Homem, na suas lutas e realizações, se desenvolvena medida de milênios, do mesmo modo a Arte, expressão espontânea, necessidade dahumanidade, floresce em tempos igualmente amplos. É uma exigência a tal pontoirresistível que não há momento do viver humano, por mais árduo que possa ser, que não seempenhe na criação artística.A música é nossa mais antiga forma de expressão, possivelmente até mais antiga que alinguagem. De fato, a música é o Homem, muito mais que as palavras, pois estas sãosímbolos abstratos. A música toca nossos sentimentos mais profundamente que a maioriadas palavras e nos faz responder com todo nosso ser.Muito antes de o ser humano aprender a pintar, esculpir, escrever ou projetar algo, já sabia a produzir e apreciar os sons. Obviamente esses sons seriam hoje considerados apenas ruídos,mas considerando que "música é a arte de manipular os sons", o que o Homem primitivo produzia era música, ou um "embrião" musical.O "instrumento" musical mais antigo que existe é a voz humana. Com ela, o homemaprendeu a produzir os mais diversos sons, e a agrupar esses sons, formando as primeiraslinhas melódicas. Depois inventou os instrumentos musicais, que se multiplicaram eevoluíram ao longo da História. Muitos destes desapareceram, e a Música mudou muito emtodo este tempo. Mas o gosto do ser humano pela música permanece intacto.Para se estudar a Música, é preciso antes saber o que é música. A música não pode ter nenhuma definição objetiva, pois ela conserva um caráter de abstração, o que a torna algosem uma definição fechada ou precisa. Ela é uma arte sem corpo físico, ao contrário do queacontece com a pintura, escultura, literatura ou a arquitetura, daí sua abstração. Pode-sedizer que ela não tem um significado, mas o produz em determinados contextos; ou seja, sóé possível entendê-la através do vínculo estabelecido entre a música e os contextos (sociais,culturais, físicos) a ela ligados.A música sempre foi uma parte importante da vida cotidiana e da cultura geral do homem.Hoje vê-se a Música sendo transformada em mero produto pela "Indústria doEntretenimento". Muitas vezes ela se torna um simples ornamento que permite preencher noites vazias com idas a concertos ou shows, organizar festividades públicas, etc. Há um paradoxo, então: as pessoas ouvem, atualmente, muito mais música do que antes, mas estarepresenta, na prática, bem pouco, e possui, muitas vezes, não mais que uma mera funçãodecorativa.